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AS CÓLICAS DE BEBÊ

surgem nos primeiros dias de vida e vão até aproximadamente três meses. Não são uma regra: há bebês sem esse tipo de problema.

A cólica não tem uma explicação aparente, precisa ou “científica” — ao que tudo indica, acontece somente em nossa cultura ocidental. Há quem compare à dor de parto — o que dá um aspecto interessante, ao meu ver. A criança, em sua transição para o nosso mundo, precisa aprender a digerir as impressões que recebe. E esse processo pode causar dor, incômodo e desconforto.

Muitas vezes essa cólica é percebida como um choro inconsolável, que acontece nos fins de tarde. Passado quase todo o dia, o bebê chega a um ponto de estresse difícil de acalmar.

Não era esse o caso do Francisco. Tivemos um outro quadro aqui em casa: pela manhã, lá pelas 7 horas, quando o Marco saía para trabalhar, o Francisco começava se contorcer e gemer. Eram chorinhos curtos, seguidos de um tempinho de calma. Depois de uma pausa, a cólica voltava. Isso continuava até que ele conseguisse fazer cocô.

De que maneira lidamos com essa cólica? Primeiro, decidimos colocá-lo ao nosso lado na cama. Ao manifestar desconforto, oferecia o peito. Sugando, muitos bebês se acalmam. Caso ele já estivesse satisfeito e não mamasse, colocava uma bolsinha de sementes quente. Sempre a deixava pronta toda manhã cedinho. Quando o Marco estava em casa, ele o pegava no colo, deitado com a barriguinha apoiada no antebraço. Aliás, essa era uma posição muito gostosa para carregar o Francisco nos primeiros meses, independente da cólica.

Também fazia shantala, caprichando nas perninhas. Eu as movimentava como se ele estivesse pedalando uma bicicleta. Controlei minha alimentação, evitando alimentos pesados. Tomava chá de erva-doce e camomila (não é aconselhável dar esses chás diretamente aos bebês, pois podem complicar ainda mais a digestão deles).

Por volta dos três meses, a cólica foi rareando, até desaparecer por completo. Nenhum remédio (por mais que palpitassem ao nosso redor), muito carinho, proximidade corporal, colo, peito e paciência — assim enfrentamos essa primeira etapa da assimilação e digestão da nova vida que estava começando.

OS PRIMEIROS DIAS DO PÓS-PARTO

são muito importantes; é o começo da vida do bebê fora da barriga. Tudo muda no cotidiano da família — uma nova pessoa chega em casa! Uma pessoa que precisa de cuidado intensivo, que se comunica numa linguagem diferente da nossa, que até pouco tempo atrás vivia num ambiente quentinho, escuro, sem respirar e sem ter fome… (sobre essa transição que é o nascimento, recomendo ler Shantala, de Frédérick Leboyer).

O que precisa essa “pessoa pequena” (eu chamava o Francisco assim no comecinho)? Contato com o corpo da mãe e do pai. Peito e de colo.

Não é por acaso que chamam esse momento de lua de leite — linda essa expressão. Ela sinaliza também que a mãe e x bebê precisam de isolamento, um ambiente calmo e de gente de confiança ao redor para dar conta das atividades domésticas.

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Aqui, a sogra ajudou cozinhando todas as refeições para nós. Outras pessoas da família faziam compras e outras pequenas tarefas. O Marco, mesmo indo trabalhar, também fez muito. Eu levei a sério a dica de dormir e descansar sempre que possível. E recebemos poucas visitas. Assim eu poderia ficar bem à vontade, com os peitos de fora (coisa importantíssima nesses primeiros dias de amamentação), sem me preocupar com compromissos, relógios, hora marcada.

Em A maternidade e o encontro com a própria sombra, Laura Gutman ressalta como o pós-parto é o momento em que a mãe deve conectar-se com x bebê e consigo mesma — e para isso é preciso deixar de lado o mundo, o tempo, xs outrxs. A mulher tem a oportunidade de se redescobrir, assumindo seu novo papel no mundo: mãe e nutriz.

Depois que voltamos da casa de parto, fiquei uns dias dentro de casa. Não saí para nada. Talvez só depois de uma semana fui dar uma volta no quarteirão com o Francisco no sling. Que delícia era aquela sensação de caminhar com o corpinho dele junto ao meu! Era semelhante ao estado da gravidez, o meu corpo carregando outro. Fizemos duas visitas-relâmpago a uns amigos e aos avós. Preferia não me afastar de casa, onde me sentia segura para dar de mamar e descansar.

Em suma, passamos os primeiros dias do pós-parto bem recolhidos e concentrados. Mesmo assim, lembro o quanto as horas passavam voando — e o quanto foi valioso o silêncio e o repouso para acolher o Francisco na nossa vida.

AMAMENTAR, NO COMEÇO

é algo absolutamente novo, num momento de transformação radical; talvez por isso também seja difícil, cansativo e desafiador. Já tive contato com várias histórias de amamentação — muitas delas trazem esse elemento de dificuldade.

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No que toca ao Francisco e a mim, posso dizer que enfrentamos alguns poucos obstáculos. Há sempre um controle do peso do bebê nos primeiros dias de vida. É normal que percam um pouco do peso inicial, mas não em demasia. Felizmente a perda de peso foi mínima depois dos três dias na casa de parto.

Logo que nasceu, o Francisco veio pro meu peito, mas não mamava. Dava uns suspiros e descansava. Almocei, dormimos e logo depois, hora do peito.

Sabia que a sucção estimula a produção de leite, que chegaria no dia seguinte. Naquele momento, saía colostro, super importante para o bebê. Eu o deixava mamar muito tempo… além do que me recomendaram. Diziam 20 minutos. Mas ele ficava no peito até eu cansar — ou ele cair realmente no sono e largar.

Sim, dar de mamar era cansativo; eu tinha dores nas costas e nos braços, suava como se estivesse fazendo fitness ou uma arte marcial. Lembrava das minhas primeiras aulas de kung fu… desajeitada e dolorida, mas bem feliz.

Tentei todo tipo de posição para amamentar. É bom ir variando mesmo. Era preciso ficar de olho em tudo: massagear os seios para não deixar empedrar; atentar para os mamilos; respirar com calma; não tensionar as costas; encontrar um apoio para as pernas…

Eu vivia um mar de sensações novas e além disso precisava guiar o Francisco: segurá-lo bem em meus braços, apoiar a cabeça, acertar a pega do seio, incentivá-lo a mamar. Às vezes parecia que ele buscava o seio em outra direção, meio perdido. Cabia a mim ter a calma e me antecipar ao choro — pois o choro é sinal tardio de fome. Eu observava muito seus movimentos para reconhecer a sua vontade de mamar. Até hoje, ele não é de chorar tanto. Busca o peito, se mexe bastante, fala mamama quando quer peito.

Os seios sofriam com o mamar. Para aliviar, ficava sempre que possível com os peitos de fora. Deixava uns 15 minutos tomando um sol. Descansava, dormia. Pomadas não são recomendadas, mesmo assim usei uma totalmente natural, durante um tempinho.

Quando o leite desceu e os peitos ficaram pesados e quentes, coloquei umas folhas de repolho branco geladas dentro do sutiã. Ufa, foi valiosa essa dica!

Depois da primeira semana, parecia que tudo estava indo bem. Eu apoiava os braços e o Francisco numa almofada de amamentação. Ele dormia, eu até aproveitava pra ler ou ver o noticiário. Mas eis que uma dor foi aparecendo no seio esquerdo… sobre isso falo no próximo post.

A TROCA DE FRALDA

ovonovo_era um momento bem estranho, no começo: tudo novo, pra nós e pro Francisco. Lembro que ele estranhava, reclamava, choramingava. Um bebê só conhece a posição de deitar depois de nascer. E não somente deitar mas estar rodeado pelo vazio, cercado de luzes e ar. Deve dar medo. Também acho que escolhia a hora errada: ele queria mamar e eu estava ali despindo, limpando.

O trocador fica no banheiro, onde é mais quente; é um modelo dobrável. Colocamos uma flanela por baixo do Francisco. Para limpar, algodão embebido em água morna. Aqueles lencinhos umedecidos podem até ser práticos, mas deixam a pele mais irritada. Se o algodão com água limpa bem, pra quê gastar mais? Maisena deixa tudo sequinho antes de colocar a fralda. Sobre as pomadas, percebemos com o tempo que é melhor evitá-las. Se aparece uma feridinha, melhor esperar que ela se cure sozinha (lavando sempre bem e recorrendo à maisena). Colocar sempre pomada tira a defesa natural da pele.

Voltando ao estranhamento do início: durou alguns dias. Fomos nos dando conta de que nós mesmos, Marco e eu, poderíamos relaxar mais, curtir o momento. Deu bem certo. Trocar a fralda virou uma brincadeira, talvez a primeira, do Francisco: beijar, massagear, conversar, cantar são algumas das coisas que começamos a fazer. Após ter mamado, é claro, a troca de fralda poderia durar meia hora, até mais! Era a oportunidade para ele mesmo conhecer o seu corpinho, testar a própria voz,  observar o mundo. E ficar um tempo livre da fralda…

Meses depois, a troca de fralda passa a ser um momento meio entediante, ahaha, visto que se repete tantas vezes ao dia! Pelo que já ouvi, isso acontece com muitos bebês. Apelamos para a criatividade: coloco brinquedos dentro do armário do banheiro, deixamos ele se virar (tomando muito cuidado!) dentro do trocador e, inclusive, passo a trocá-lo em outros lugares, em cima da cama, no chão da sala, para variar um tantinho.

Trocando a fralda em outros lugares da casa, me passou pela cabeça a (ousada) ideia de deixar o Francisco sem fralda, brincando… Nem pensamos a respeito, mas nós, adultos, condicionamos a criança a usar fraldas para, anos depois, tirá-la desse hábito. Sobre isso, é interessante ler esse texto sobre elimination communication. Mesmo sem ter feito com o Francisco (poderia ter feito, por que não?), penso bastante nessa questão, ao menos inspirando-me nos seus princípios: manter olhos abertos para a linguagem corporal do bebê, comunicar-se com ele de todas as formas possíveis, passo a passo…

AS FRALDAS DE PANO

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[este não é um post patrocinado, por mais que esteja falando de produtos e mencionando lojas]

foram uma escolha feita já nos primeiros meses da gestação; pouco antes, estava pesquisando sobre coletores menstruais, para fugir aos habituais absorventes, que dão alergia na pele (entre outros pontos negativos). A mesma loja oferecia fraldas de pano. Pesquisei um tantinho e logo nos interessamos pela ideia de também fugir às fraldas descartáveis. As razões são várias: economizamos dinheiro, consumimos menos recursos do meio ambiente; menos lixo, menos assaduras, mais consciência corporal para o bebê — aqui, de maneira mais detalhada, alguns dos argumentos a favor das fraldas de pano. Pesquisando na internet (jogue “fraldas de pano” no google para ver os resultados), é possível encontrar muita gente fabricando e vendendo; há diversas opções de modelos, tamanhos, tecidos e cores.

A gente comprou todo o kit: 20 fraldas tamanho recém-nascido até 3 meses; 20 fraldas para 3 meses até 3 anos. Levamos em conta que um bebê pode precisar trocar de fraldas até 10 vezes ao dia. 20 fraldas são suficientes para dois dias. As fraldas do primeiro dia estão secas no terceiro dia, e assim por diante. O tamanho pequeno serviu para o Francisco até os 4 meses, quando aos poucos começamos a usar os modelos maiores.

Nem pensamos em usar uma parte de fraldas descartáveis — tem gente que opta por isso, usar um pouco dos dois tipos. Para nós, o investimento inicial foi enorme, pesou no bolso comprar todas as fraldas de uma vez só. Tem gente que pede aos amigos de presente, num chá de fralda. De qualquer maneira, compensa muito, levando em conta a economia que se faz a médio e longo prazo. Pensando agora, tivemos aquele impulso idealista. Tão idealista que a gente tinha esquecido um detalhe: em casa, nós não tínhamos máquina de lavar roupa. Então, no primeiro mês, nós lavamos as fraldas sujas de xixi e cocô na mão, até nos mobilizarmos para adquirir a máquina de lavar. Algumas vezes a sogra ou a cunhada lavaram na casa delas; ajudou bastante.

Deu trabalho? Ora, deu muito trabalho! Assim que uma fralda era trocada, deixávamos de molho, depois a gente lavava com sabão de coco e ficava um tempo de molho em água quente. Em seguida, varal. As fraldas normalmente estão secas depois de um dia, mesmo com frio. Dia úmido é mais complicado. Sempre que possível deixamos secar ao sol.

Depois da máquina de lavar, tudo mudou :) mas a rotina é fixa; todo dia tem uma máquina para lavar, seja com as fraldas, seja com as roupas sujas do Francisco. Antes de colocar na máquina, tiramos o excesso de cocô com uma escova de dentes velha, passamos sabão de coco, enxaguamos — uma espécie de pré-lavagem. Na máquina, usamos sabão líquido para roupas delicadas, uma só lavagem, de preferência quente (40 ou 60 graus), sem amaciante.

Mesmo lavando na máquina, é necessário lavar primeiramente à mão. Sim, é contato com o cocô e o xixi do bebê (para quem se incomoda com isso, é um ponto negativo; não é o nosso caso!). Organizando bem toda a lógica de lavagem, nunca faltou fralda.

Outro ponto a se pensar: fralda de pano exige uma troca intensa, 2 em 2 horas, 3 em 3 horas. Não existe essa coisa de deixar 6 horas uma fralda no bebê, como prometem as descartáveis. Isso significa que, mesmo de madrugada, nos primeiros meses, é necessário trocar. Caso contrário, o bebê fica encharcado. Com o Francisco, depois dos 5 meses, começamos a usar um modelo noturno, de pano. É uma fralda com mais tecido absorvente. Dura todo o período de sono. Algumas madrugadas eu ainda troco, de qualquer forma.

No começo, por conta da inexperiência e do tecido ainda novo, aconteciam muitos vazamentos. Às vezes o piupiu ficava viradinho de lado, às vezes um botão meio aberto. Levando em conta o cansaço do pós-parto, eu pensava: “gente, por que escolhemos essas fraldas!?”

Mesmo assim, não nos arrependemos de nossa escolha. Vejo minha vizinha, com dois filhos pequenos, entrando em casa com caixas e mais caixas de fralda descartável e me sinto aliviada.

Ainda voltarei a escrever sobre o assunto. Até o instante o Francisco toma somente leite materno. Ao introduzir alimentos, as fezes mudam e provavelmente toda a experiência com as fraldas! E, depois disso, como será o desfralde? to be continued…

OS TRÊS DIAS NA CASA DE PARTO

foram muito bons, principalmente pelo fato de que pude me concentrar no Francisco, dormir bastante e com toda a calma começar a amamentar, afastada dos afazeres de todo dia. Ao contrário de um hospital/maternidade, nós três, Francisco, Marco e eu, dormimos juntos, na mesma cama aliás.

Como o nome já indica, estávamos em uma casa, sob a gestão de parteiras. A comida era feita ali, alguns dos vegetais vinham da horta. Fazíamos as refeições juntos, todas as mulheres que tinham parido nos últimos dias, os maridos, alguns dos filhos inclusive. Do quarto era possível escutar os choros dos outros bebês, e mesmo os gritos das mulheres em trabalho de parto. Era, por isso, um lugar de convivência, sem a privacidade e impessoalidade que predomina em um hospital, mais amplos — com mais pacientes — e com mais trocas de turno de funcionários. Lembrava sempre de um trecho do relato de parto de Laura Gutman, em seu livro A maternidade e o encontro com a própria sombra; ela, ao presenciar o parto de outra mulher, conseguiu dar andamento ao seu próprio.

No primeiro dia, logo depois do parto nós dormimos e assim que o Francisco acordou uma das parteiras veio me instruir sobre como dar de mamar. Elas se preocupavam com o peso dele, temiam que ele perdesse ainda alguns gramas. Não só por isso, mas para manter o vínculo, deixava o Francisco quase o tempo todo no seio, dando uma pausa para comer ou dormir (esqueci de levar o sling dentro da mala…) . Ofereceram um tipo de vitamina que “reforçaria” o leite: eu deveria dar uma mamadeira a ele com essa vitamina depois do leite.

— O quê? Mamadeira? Não, eu não quero dar mamadeira pro meu filho. Ele vai confundir os bicos e deixar de mamar no meu peito.

— Isso não existe, confusão de bicos é psicológico.

Confusão de bicos não é psicológico — mamadeira desestimula a amamentação, de um jeito ou de outro. Outro problema grave é o mito de que o leite materno não é suficiente para o bebê. Eu, sem querer argumentar muito, recusei. Já não era a primeira vez que eu recusava algo (é só lembrar do remédio pra dormir no começo do trabalho de parto). Também recusei gentilmente o “presentinho” que dão a todo bebê: uma chupeta, amarrada num cordãozinho com o nome dele. Arrumei uma tesoura, deixei a chupeta e levei o cordão pra casa, porque era fofinho. Mas como podem presentear algo que comprovadamente causa problemas de todo tipo na criança? Numa tacada, fomos confrontados com vários dos fatores que afetam a amamentação…

O leite desceu entre o segundo e o terceiro dia. O cocô já não era mais o mecônio escuro, mas aquela clássica pastinha amarela, uhu! sinal de que estava correndo tudo bem. A pediatra examinou-o no segundo dia — foi o único contato com um médico naqueles dias lá. No terceiro, uma enfermeira me deu muitas dicas para cuidar dos seios, que já estavam super carregados: folhas de repolho branco geladas dentro do sutiã, chá de sálvia para limpar e desinfetar naturalmente os mamilos; além de massagem, repouso e seios ao ar livre sempre que possível.

Lá o Francisco tomou banho naquele maravilhoso balde, no terceiro dia. Fiquei maravilhada! Ele parecia flutuar lá dentro… — Quero dar banho nesse balde em casa também! Logo que voltamos para casa, o Marco foi correndo comprar um balde. Banho de balde é tudo de bom.

Balanço: dentre as opções que tínhamos, a cada de parto foi a melhor de todas. Gostamos muito de podermos ficar o tempo todo juntos, num quarto só, dormindo, escutando música, recebendo as visitas. E junto também de outras mães e bebês, vivendo experiências próximas. Mas isso não quer dizer que seja perfeita. Desagrada o fato de terem recomendado mamadeira e chupeta. Coube a mim, é claro, nos defender e recusar. Mas fico pensando em quantas mães aceitam, por falta de informação, e como isso pode interferir negativamente na amamentação e em todo o vínculo entre mãe e bebê.

A questão é, independente de como ou onde é possível parir, o importante é ter-se informado muito bem, previamente, sobre os procedimentos de rotina do lugar (havíamos feito duas visitas à casa antes do parto). E, mais do que isso, ter muito firmes seus princípios. Quer realmente um parto normal? Quer realmente amamentar em livre demanda? Então informe-se e mantenha-se firme, recuse o que vai contra o que pensa e defende. O pós-parto é um momento muito delicado, em que muitas escolhas e convicções importantes podem ser deixadas de lado mais facilmente do que se imagina…