COMO LER, COMO ESCREVER

Falar de mim me faz bem. E ler e escutar o que os outros tem a dizer sobre si também. Acompanhando alguns blogs, páginas e notícias, bem como as discussões acaloradas que seguem sob a forma de comentários — e percebendo que muito do que se escreve e se fala suscita reações que ofendem ou desrespeitam o outro — pensei em algumas linhas que podem me guiar na escrita do blog — e na sua leitura também.

Escrevo sobre as minhas experiências, coisas que me tocam, dividir meus pensamentos. Quem lê pode se identificar, concordar comigo, por ter vivido algo muito parecido, por ter uma visão de mundo semelhante; pode até nem compartilhar as mesmas experiências, mas achar alguma utilidade no que leu, aproveitar um ponto ou outro como exemplo, inspiração; no outro extremo, pode discordar, recusar propostas que levanto, ideias que defendo. São três posturas possíveis —  dentre outras mais.

Não escrevo para ensinar algo, nem para dizer o que é melhor, tampouco para dar regras. Não leio textos procurando esses ensinamentos, essas regras. Defendo, acredito, demonstro uma visão de mundo, que não é definitiva nem é verdade absoluta. Assim, quem lê tem toda a liberdade de se manifestar, opinar, argumentar… conversar — concordando ou discordando, mas sem impor o que está dizendo.

Enfim, escrevo e leio para sempre aprender, descobrir e nunca ter certeza de nada. Falar aos outros, seja quem for, porque sou eu e também não é.

Uma resposta para “COMO LER, COMO ESCREVER

  1. continue, continue, caminhe….

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