“GOSTO DE…”

era um post do colher, escrito há quase sete anos. Relendo o blog antigo, ele me chamou a atenção. Preocupo-me com comida, já tem um bom tempo. Naquela época, havia parado de comer carne de frango, boi e porco e estava procurando alguma ajuda profissional. Fui a uma nutricionista que me deu uma super bronca: ela disse que era fundamental comer carne vermelha, sobretudo por ser mulher e precisar de ferro. Ela até mesmo me assustou com a história “você quer ser mãe? seu filho vai nascer com problemas se você não comer carne!” Eu até tentei, mas meu corpo disse “não” à carne. Ainda bem que meu homeopata me tranquilizou, dizendo que não há consenso nesse assunto: há quem defenda o vegetarianismo, há quem diga que o consumo de proteína animal é saudável.

Voltando ao post, deu vontade de fazer uma comparação entre 2015 e 2008. O que mudou nos meus gostos alimentares?

gosto_de_

Pêssego: continuo gostando; e seus derivados, nem tanto, como antes. O interessante é contrapor a fruta natural a produtos industrializados.

Abacate: agora eu como praticamente todo dia! Aqui compro muito aquele abacate pequeno, que chamam de avocado. Não como puro, mas misturo com banana, faço mix com outras frutas no liquidificador. Esses dias fiz até um pesto de abacate.

Soja: descobri que esse grão é desnecessário em nossa dieta, nocivo até, graças a esse texto da Sonia Hirsch (mais infos aqui e aqui). Assim, parei com sorvetes ou leites de soja. Vez ou outra vou atrás de um tofu. Ano passado comprei missô e quero voltar a usá-lo no dia a dia.

Acho legal mesmo de misturar gostos diferentes, doce e salgado. Todo dia de manhã tomo suco de meio limão espremido, água morna. Vez ou outra, um pouco de gengibre.

Ovo realmente não me agrada, cozido ou frito. Tenho aprendido a fazer receitas de bolo, crepe e tortas sem ovo — mas também se for necessário não vejo problema em usar. Fico sempre de olho no galinheiro que tem perto de casa. O dono costuma vender os ovos. Mas quando passo por lá não há ovos à venda. Penso que é mais interessante consumir o que produzem aquelas galinhas que vemos ciscar, um pouco mais felizes do que aquelas das grandes granjas.

Chocolate tenho tentado evitar ao máximo, porque se tenho uma barra aberta não consigo parar de comer até chegar o final. Quando compro, escolho os tipos amargos, 85% ou até 90% cacau — com dose menor de açúcar. Descobri uma receitinha gostosa e simples: misturar abacate com cacau em pó. Vira um mousse. No papacapim tem  uma receita bem elaborada dessa mistura de cacau e abacate.

Morango é gostoso, mas tenho evitado, usam muito agrotóxico; e tenho minhas dúvidas se dificulta a digestão. Salada é algo que eu amo mesmo — percebo que folhas são essenciais para o meu corpo, seja como salada ou suco. Peixe estou comendo apenas socialmente, cada vez menos. Sopas e mandioquinha continuo apreciando.

Mantenho esse hábito de comer algo durante um período, praticamente todos os dias, até que um dia em que perco a vontade. E leio muito sobre alimentação saudável, vou atrás de substitutos à carne e produtos de origem animal (mesmo sem me considerar nem vegetariana nem vegana), experimento à beça.

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