VIAJANDO PELA EUROPA

as minhas notas de euro já eram muito antigas, enormes e de cores apagadas. Novas notas, mais coloridinhas, estavam em circulação. Os bancos não trocavam mais notas antigas por novas. Precisava encontrar colecionadores para ao menos trocar 100 euros.

Fui numa região da cidade (em que país eu estava? Romênia?) que parecia mercado negro. Começavam a falar comigo em árabe. Depois, passavam para um português de Portugal, francês. Ofereciam 30 euros pela minha nota de 100. Eu queria mais – deveria então procurar mais.

Mais adiante, fazia-se queijo, as próprias cabras trabalhavam na produção. Achei curioso. Em outro lugar, faziam queijo de cabra falsificado. Nesse ponto lembrei de outro sonho, que tive antes, de uma velha loja que vendia produtos agrícolas falsificados, cujos donos eram a família de Shoshanna Dreyfus, dos Bastardos inglórios.

Voltei a essa loja, mas agora um chinês das histórias do Tintim era o dono, ela estava reformada. No fim das contas, continuava com minha nota de 100 euros. O máximo que me ofereceram foi 60; eu recusei.

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