ERA UMA AMIGA

que reunia todas as amigas, as mais próximas e distantes. Ela marcou de se encontrar comigo numa feira de roupas, calçados, bolsas. Chegando lá eu vejo que ela tinha uma banca; estava vendendo coisas suas: não coisas que ela tinha fabricado, mas presentes de ex-namorados.

Vejo uma bolsa linda, meio roxa, meio azul, sem cor definida. Fico sem graça de comprar algo que ela ganhou de presente. Dentro da bolsa, cartas, bilhetinhos, recortes de jornal que o cara tinha dado a ela – que não se lembrava mais de nada sobre ele, tanto tempo já fazia… Os papéis todos caem no chão.

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