DO QUE APRENDI COM AS MALAS

de viagem: para me acompanharem nos transportes públicos, a caminho de rodoviária, aeroporto, estação de trem, embarcação, carro, o que for, primeiro: não podem ter aquelas várias rodinhas que dão o giro de 360 graus. Não. Bastam duas rodas, não ‘rodinhas’, mas rodas grandinhas, robustas, para aguentarem os terrenos incertos por onde vou passar, por onde sempre passo. Bolsas de viagem, mais aconchegadas ao corpo do viajante, não suportam durante muito tempo o peso de livros que vão e vem comigo. Elas, malas ou sacolas, como também as bolsas, normalmente são de alguma cor, tem algo que é só delas e de mais nada: para serem reconhecidas de longe, como os amigos que aguardam minha chegada.

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