DOMINGO PASSADO

sem ter planejado nem nada, revi com a Karen A árvore, o prefeito e a midiateca, do Rohmer. Já queria, desde janeiro, quando ele faleceu, rever, ou até melhor, fazer toda uma retrospectiva do que tem dele em dvd. E até ir atrás dos filmes posteriores a Inglesa o e duque.

A Karen defende que os filmes vão se mostrando cada vez mais chatos com o passar do tempo. Até entendo onde estaria essa chatice nos filmes dele. Percebo a dicção das atrizes, sim. Mas isso é mais razão para gostar do cinema que ele faz. As conversas sem fim, em longas cenas externas. As discussões que vão de paixonites a política. O real que ele coloca, indo para diversos lugares da França a cada filme. Pelos cenários que são na maior parte das vezes a rua (- uma ideia de filme: que ele só tenha cenas externas). Pelas pessoas que tentam ser como qualquer uma, vivendo.

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