FOMOS VIAJAR

para São Petersburgo, minha vó, minha mãe, minha irmã e eu.

Destino insólito para elas. Pegamos um trem para chegar na cidade. Antes, como fomos parar lá, ou por que, não sei. A paisagem quebrava minhas expectativas, achava que tudo seria muito plano, mas as montanhas eram muitas. Eu via coisas que elas não viam, muitas casinhas que se acumulavam, coloridíssimas, nas montanhas.

Algo como os morros cariocas, mas com um toque de Michel Gondry (ontem vi A natureza quase humana, com certeza é por isso).

nada novo ou difícil de perceber: as semelhanças visuais de Human behaviour e Human nature

Descemos do trem e podíamos ver melhor essas montanhas que se estendiam à nossa frente, em toda parte. As casinhas eram como caixas de fósforo.

Passeamos, deu fome justo quando a gente avistou do outro lado do rio o museu Hermitage. Mas não era o Hermitage, era uma mistura da ópera de Sidney com o museu d’Orsay de Paris – ou o Grand Palais…

Mas antes de entrar no museu a gente precisava comer. E aí veio a questão de não saber falar russo. Eu pensei: vou ter que servir de intérprete para todas elas! Minha mãe disse que ia tentar falar português. Chegamos num mini-mercado e não é que lá as pessoas falavam português? Uma moça que colocava os preços só não queria dar na cara que era brasileira que tinha emigrado para a Rússia.

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